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60 Imóveis para alugar na Rua Apeninos, Aclimação, São Paulo

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R$ 2.600

R$ 759 Condominio

40 m² tot.2 ban.

Rua Apeninos

Aclimação, São Paulo

Endereço: Rua Apeninos, 222. Região: Paraíso. Área do terreno: 2. 261, 16 m² N° de pavimentos: 9. N° de subsolos: 4. Nº de elevadores: 3. N° de escadas: 1. N° de vagas: 1. Gerador de energia com ligação automática no caso de. interrupção do fornecimento de energia elétrica pela. concessionária. Sistema de circuito fechado de câmeras e monitoramento. Sistema de acesso por catracas. Ao lado da estação Vergueiro do metrô 600m da Av. 23 de Maio. 900m da Av. Paulista. Próximo dos principais hospitais da capital. Um alto arco torii vermelho marca a entrada da Liberdade, a região japonesa da cidade, onde as ruas são decoradas com lanternas. As opções gastronômicas incluem bares de sushi, lojas de ramen e barracas de macarrão yakisoba, bem como restaurantes chineses e coreanos. As lojas de presentes e os supermercados vendem quimonos, panelas e iguarias asiáticas importadas, enquanto a Feira da Liberdade, aos domingos, tem acessórios e artesanato. No século xix, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão. [1][2] Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos. [3] Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século xix, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século xx, por imigrantes japoneses.

R$ 1.750

R$ 731 Condominio

34 m² tot.1 banheiro1 vaga

Rua Apeninos

Aclimação, São Paulo

**Conjunto Comercial à Venda/Locação Rua Apeninos Próximo ao Metrô Vergueiro** Excelente conjunto comercial localizado na Rua Apeninos, a apenas uma quadra da Estação Vergueiro do Metrô, em uma região estratégica e de fácil acesso às principais vias da cidade, como Avenida Paulista, Avenida 23 de Maio, Rua Vergueiro, Liberdade e Centro Histórico de São Paulo. O imóvel possui **34 m² de área total (área interna + varanda) **, está situado no **7º pavimento** e conta com: * Piso elevado; * Ar-condicionado inverter; * Copa; * Sanitário privativo; * Varanda; * 1 vaga de garagem. **Possibilidade de expansão: ** há uma sala contígua, pertencente ao mesmo proprietário, disponível para locação/venda e interligação, permitindo ampliar a área total para aproximadamente **80 m²**. O edifício oferece: * Segurança e controle de acesso 24 horas; * Serviço de manobrista; * Funcionamento e acesso aos finais de semana e feriados; * Sala de reunião no térreo disponível mediante reserva e taxa de utilização. A localização é privilegiada, próxima à unip, Colégio Objetivo, Clínica de Saúde unip, Escola e Igreja Santo Agostinho, Teatro Santo Agostinho, Tênis Clube Paulista, além de restaurantes, mercados, padarias e diversos serviços. O prédio abriga consultórios médicos, odontológicos e empresas prestadoras de serviços, tornando-se uma excelente opção para profissionais liberais, clínicas, consultórios e escritórios em geral. Entre em contato para mais informações e agendamento de visita.

R$ 2.400

R$ 666 Condominio

34 m² tot.2 ban.1 vaga

Rua Apeninos

Aclimação, São Paulo

Endereço: Rua Apeninos, 222. Região: Paraíso. Área do terreno: 2. 261, 16 m² N° de pavimentos: 9. N° de subsolos: 4. Nº de elevadores: 3. N° de escadas: 1. N° de vagas: 1. Gerador de energia com ligação automática no caso de. interrupção do fornecimento de energia elétrica pela. concessionária. Sistema de circuito fechado de câmeras e monitoramento. Sistema de acesso por catracas. Ao lado da estação Vergueiro do metrô 600m da Av. 23 de Maio. 900m da Av. Paulista. Próximo dos principais hospitais da capital. Um alto arco torii vermelho marca a entrada da Liberdade, a região japonesa da cidade, onde as ruas são decoradas com lanternas. As opções gastronômicas incluem bares de sushi, lojas de ramen e barracas de macarrão yakisoba, bem como restaurantes chineses e coreanos. As lojas de presentes e os supermercados vendem quimonos, panelas e iguarias asiáticas importadas, enquanto a Feira da Liberdade, aos domingos, tem acessórios e artesanato. No século xix, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão. [1][2] Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos. [3] Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século xix, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século xx, por imigrantes japoneses.

R$ 2.200

R$ 666 Condominio

34 m² tot.2 ban.

Rua Apeninos

Aclimação, São Paulo

Endereço: Rua Apeninos, 222. Região: Paraíso. Área do terreno: 2. 261, 16 m² N° de pavimentos: 9. N° de subsolos: 4. Nº de elevadores: 3. N° de escadas: 1. N° de vagas: 1. Gerador de energia com ligação automática no caso de. interrupção do fornecimento de energia elétrica pela. concessionária. Sistema de circuito fechado de câmeras e monitoramento. Sistema de acesso por catracas. Ao lado da estação Vergueiro do metrô 600m da Av. 23 de Maio. 900m da Av. Paulista. Próximo dos principais hospitais da capital. Um alto arco torii vermelho marca a entrada da Liberdade, a região japonesa da cidade, onde as ruas são decoradas com lanternas. As opções gastronômicas incluem bares de sushi, lojas de ramen e barracas de macarrão yakisoba, bem como restaurantes chineses e coreanos. As lojas de presentes e os supermercados vendem quimonos, panelas e iguarias asiáticas importadas, enquanto a Feira da Liberdade, aos domingos, tem acessórios e artesanato. No século xix, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão. [1][2] Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos. [3] Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século xix, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século xx, por imigrantes japoneses.