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43 Comerciais Conjuntos Comerciais/Salas perto de correios avenida da aclimacao 193 com elevador à venda na Aclimação, São Paulo

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R$ 289.000

R$ 665 Condominio

25 m² tot.1 banheiro1 vaga

Rua Apeninos 400

Aclimação, São Paulo

Sala Comercial a Venda Evolution Paraíso - Pronta para seu Negócio! Se você está em busca de um espaço moderno, funcional e bem localizado para o seu escritório, consultório ou investimento com excelente retorno, essa é a oportunidade ideal! Situada no elegante condomínio Evolution Paraíso, esta sala comercial de 25 m² oferece infraestrutura completa, comodidade e segurança em uma das regiões mais valorizadas da cidade. Área útil: 25 m² Banheiro privativo. 1 vaga coberta de garagem (não fixa), com manobrista. Elevadores social e de serviço mais conforto e acessibilidade. Ambiente versátil ideal para consultórios, escritórios, salas administrativas e outros serviços profissionais. Localização estratégica: na altura do Centro Cultural Vargueiro, com fácil acesso a transporte público, comércio, restaurantes e centros empresariais. Energia elétrica: consumo individualizado. Aceita financiamento bancário. Não aceita permuta. Condomínio moderno e bem administrado. Portaria com controle de acesso mais segurança para você e seus clientes. Sala pronta para uso sem necessidade de grandes reformas. Região com forte demanda comercial excelente oportunidade de investimento ou uso próprio. Agende já sua visita e venha conhecer essa sala comercial com localização estratégica e estrutura completa! Ideal para profissionais exigentes que buscam praticidade, visibilidade e conforto em um só lugar. - 28/06/2026

R$ 508.300

R$ 666 Condominio

34 m² tot.2 ban.1 vaga

Rua Apeninos

Aclimação, São Paulo

Endereço: Rua Apeninos, 222. Região: Paraíso. Área do terreno: 2. 261, 16 m² N° de pavimentos: 9. N° de subsolos: 4. Nº de elevadores: 3. N° de escadas: 1. N° de vagas: 1. Gerador de energia com ligação automática no caso de. interrupção do fornecimento de energia elétrica pela. concessionária. Sistema de circuito fechado de câmeras e monitoramento. Sistema de acesso por catracas. Ao lado da estação Vergueiro do metrô 600m da Av. 23 de Maio. 900m da Av. Paulista. Próximo dos principais hospitais da capital. Um alto arco torii vermelho marca a entrada da Liberdade, a região japonesa da cidade, onde as ruas são decoradas com lanternas. As opções gastronômicas incluem bares de sushi, lojas de ramen e barracas de macarrão yakisoba, bem como restaurantes chineses e coreanos. As lojas de presentes e os supermercados vendem quimonos, panelas e iguarias asiáticas importadas, enquanto a Feira da Liberdade, aos domingos, tem acessórios e artesanato. No século xix, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão. [1][2] Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos. [3] Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século xix, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século xx, por imigrantes japoneses.