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77 Casas baratas à venda em Catete, Rio de Janeiro

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Preço médio R$ 1.611.836

R$ 980.000

84 m² tot.2 quartos3 ban.

Rua do Catete

Catete, Rio de Janeiro

Venda de casa com 2 quartos para comprar.

R$ 1.088.470

124 m² tot.1 quarto1 banheiro1 vaga

Rua Tavares Bastos

Catete, Rio de Janeiro

Casa com 1 quarto disponível para comprar. Oportunidades únicas para comprar.

R$ 1.100.000

236 m² tot.4 quartos3 ban.

Rua Andrade Pertence

Catete, Rio de Janeiro

Imóvel comercial ou residencial de alto padrão, em formato de casa, com 236 m² de área útil, ideal para atender diferentes tipos de negócio. Os ambientes são amplos, bem organizados e oferecem conforto e flexibilidade para diversas atividades profissionais. Possui um salão principal espaçoso, perfeito para receber clientes e equipe com comodidade. Situado em um ponto estratégico, o imóvel garante fácil acesso e boa visibilidade, fatores que favorecem o crescimento do seu empreendimento. Uma excelente oportunidade para quem busca um espaço completo e funcional para fins comerciais, Consultório médico, escolinha, hostel ou casa para moradia. Localização com variedades de comércios, mercados, Riô Restaurante, bancos, bares, escolas, farmárcias, Zona Sul Supermercados, lojas de roupas, estacionamentos, lazer como o Aterro do Flamengo, Palácio do Catete, a 5 minutos da estação de metrô Catete. Elétrica, hidraúlica toda refeita, casarão em perfeito estado de conservação. O chamado palacete localizado na Rua Andrade Pertence, no bairro do Catete, faz parte de um contexto histórico muito característico do final do século xix no Rio de Janeiro. Contexto históricoNo final do século xix — especialmente por volta de 1890 — a região do Catete passou por uma grande valorização urbana. Isso aconteceu porque a área começou a concentrar residências da elite e, pouco depois, se tornou o centro político do país com a instalação do governo no Palácio do Catete. Nesse período, era comum a construção de palacetes urbanos: casas grandes, sofisticadas e com influência de estilos europeus, usadas por famílias ricas ou para fins institucionais. O palacete da Rua Andrade PertenceEmbora existam poucos registros públicos detalhados e específicos sobre esse imóvel em particular, sabese que: Foi construído em 1894, dentro desse movimento de expansão e valorização do bairro. Segue o padrão dos palacetes da época: construções amplas, geralmente com arquitetura eclética ou neoclássica, voltadas para uso residencial de alto padrão. Provavelmente esteve ligado a famílias abastadas ou a usos posteriores adaptados (como instituições, escritórios ou moradia multifamiliar), algo comum com o passar do tempo na região. Importância urbanaA Rua Andrade Pertence está inserida em uma área histórica que se desenvolveu a partir do antigo Caminho do Catete, existente desde o período colonial e que, ao longo dos séculos, foi ocupada por chácaras e depois por mansões urbanas. Com a urbanização e o crescimento da cidade, muitos desses palacetes foram: preservados parcialmente, adaptados, ou substituídos por edifícios mais modernos. Em resumo: O palacete da Rua Andrade Pertence, é um exemplo da arquitetura residencial de elite do Rio de Janeiro do final do século xix, surgido em um momento em que o Catete era uma das áreas mais nobres e politicamente importantes da cidade. Ele representa esse período de riqueza, urbanização e influência europeia na arquitetura carioca. Sobre o interior desse palacete, o que chama mais atenção é justamente o nível de detalhe e as técnicas construtivas típicas do fim do século xix. No salão principal, há um elemento bastante incomum: parte das paredes teria sido erguida com pedras unidas por argamassa à base de óleo de baleia. Esse material era relativamente utilizado em construções antigas no Brasil por sua resistência e capacidade de impermeabilização — antes da popularização do cimento moderno — e hoje é visto como uma curiosidade histórica da engenharia da época. A decoração interna segue o padrão sofisticado dos palacetes do período. O ambiente conta com estátuas decorativas (ou estatuetas) distribuídas pelo salão, que reforçam a influência europeia — especialmente dos estilos neoclássico e eclético — muito valorizados pela elite carioca naquele momento. Outro destaque é o teto, ricamente trabalhado e pintado à mão. Esse tipo de acabamento era feito por artistas especializados e costumava apresentar motivos ornamentais, florais ou até cenas alegóricas, conferindo ao espaço um caráter artístico e imponente. No conjunto, esses elementos mostram que o imóvel não era apenas funcional, mas também pensado para impressionar, refletindo status, riqueza e o gosto refinado de seus antigos proprietários. (05/06/2026)

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