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5 Comerciais perto de metrô brigadeiro com 1 quarto para alugar no Paraíso, São Paulo

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R$ 2.500

R$ 498 Condominio

22 m² tot.1 quarto1 banheiro

Av. Brigadeiro Luis Antonio, 2367 5° andar

Jardim Paulista, São Paulo

Conjunto comercial de 25 m², localizado no tradicional Edifício Barão de Ouro Branco, em uma das esquinas mais valorizadas da cidade: Av. Paulista x Brigadeiro Luís Antônio, ao Lado do Metrô Brigadeiro. Pronto para uso, totalmente mobiliado e equipado, ideal para consultórios de psicologia, coaching, escritórios, estúdios e atividades técnicas. Sala Principal / Escritório. Amplo espaço com excelente iluminação natural. Sofá, poltrona reclinável e mesa lateral. Estação de trabalho com bancada em "L", cadeira ergonômica e armários planejados. Ar-condicionado split instalado. Prateleiras decorativas. Janela Antirruído. Recepção / Sala de Espera. Espaço reservado com duas poltronas confortáveis. Parede decorada com quadros temáticos de psicologia. Banheiro Privativo. Design moderno com espelho redondo, bancada em mármore e acabamento sofisticado. Copa / Área Técnica. Pia em granito, frigobar, micro-ondas. Nichos, prateleiras e apoio de limpeza organizados. Localização Imbatível, e entorno com tudo o que Você Precisa: A 100 metros da Estação Brigadeiro do Metrô (Linha Verde) Localização estratégica entre os Shoppings Pátio Paulista e Cidade de São Paulo. Região altamente valorizada com infraestrutura completa: bancos, clínicas, faculdades, restaurantes, farmácias, hospitais e ciclovias. Mobilidade com transporte público, ciclovias e opções de estacionamento. Ideal para: Profissionais liberais, psicólogos, terapeutas, advogados ou pequenas empresas que buscam estrutura pronta em localização nobre, com imagem institucional sólida e prestígio. Condomínio valor sujeito à alteração/confirmação. Iptu isento no exercício de 2025. Agende sua visita. Fale com a equipe da Romano Imóveis pelo WhatsApp e tenha um atendimento ágil e personalizado. Não perca esta oportunidade de estar no coração de São Paulo com ótimo custo-benefício.

Super destaque

R$ 2.800

R$ 100 Condominio

25 m² tot.1 quarto1 banheiro

Rua José Antônio Coelho 395

Vila Mariana, São Paulo

Cod. Ver dados. Somente contrato de Inquilinato. O Residencial Laura está situado na Rua José Antônio Coelho, em uma das áreas mais privilegiadas da Vila Mariana, zona sul de São Paulo. Com uma localização estratégica, o empreendimento oferece fácil acesso a importantes vias da cidade, como a Rua Vergueiro, Avenida 23 de Maio e Avenida Paulista, além de estar a poucos minutos da estação de Metrô Ana Rosa, o que garante excelente mobilidade para toda a cidade. A região é rica em infraestrutura urbana e serviços, contando com uma ampla variedade de comércios, restaurantes, supermercados, academias, farmácias e instituições de ensino renomadas, como a espm e o Colégio Bandeirantes. A proximidade com o Sesc Vila Mariana, o Hospital Santa Rita e o Marte Hall São Paulo também agrega valor e praticidade ao dia a dia dos moradores. Dentro do Residencial Laura, o conforto é prioridade. Os moradores podem desfrutar de áreas comuns como churrasqueira e lavanderia coletiva, ideais para momentos de lazer e praticidade. O prédio também conta com portaria, sistema de segurança e uma atmosfera acolhedora, perfeita para quem busca qualidade de vida em um ambiente urbano. Com uma combinação de localização privilegiada, estrutura funcional e facilidades ao redor, o Residencial Laura é a escolha certa para quem deseja viver com conforto, segurança e praticidade em São Paulo. Serviços pagos à parte/não inclusos café da manhã, luz, telefone, lavanderia. A Só Flats é uma empresa especializada em compra, locação e venda de Flats dentro e fora da cidade de São Paulo, para moradia ou investimento. Não deixe de nos consultar. Sujeito à confirmação de disponibilidade e valores, sem aviso prévio. Só Flats Negócios Imobiliários. Creci 19. 926-j.

R$ 3.600

40 m² tot.1 quarto2 ban.1 vaga

Rua Maestro Cardim 1

Bela Vista, São Paulo

História de bela vista do paraíso. No final dos anos 20, as terras do atual município faziam parte da grande fazenda Floresta Ribeirão Vermelho de propriedade de uma Empresa Colonizadora. Em 1928 a Empresa efetuou a subdivisão de suas terras em glebas menores na expectativa de atrair compradores para o plantio de café. O empreendimento obteve sucesso e atraiu população reunindo condições para criação de um povoado. Os colonos abriam caminho nas matas exuberantes, começaram a se fixar no local. Inicialmente derrubavam a mata, abrindo uma pequena clareira onde erguiam a casa. Esta era um verdadeiro rancho, construído de palmito, coberto de folhas de palmeira e com o piso de chão batido. Após a instalação da família, o colono derrubava uma pequena área de mato para a plantação de sua primeira roça em forma de coivara. As toras ficavam no chão até serem consumidas pelo fogo ou sofrerem a ação do tempo, apodrecendo. O abastecimento dos gêneros de primeira necessidade, não produzido nas propriedades, era feito através de Sertanópolis. As viagens eram empreendidas em carros de boi e de lá traziam fósforo, roupas, açúcar, sal e querosene. As primeiras roças plantadas eram de café. Enquanto não se colhia a produção dos cafezais, as famílias plantavam fumo, que anualmente produziam colheitas que eram beneficiadas nas próprias propriedades com o auxilio dos vizinhos. Este fumo era comercializado na própria região. Paralelamente à agricultura, os colonos iniciaram a pecuária, criando inicialmente os suínos que, além da carne, forneciam a banha para a confecção dos alimentos e para abastecer as lamparinas. Os bovinos, muares, aves, etc, vieram a seguir, complementando a economia familiar e suprindo as mesas dos mesmos. Em 1938 quando ocorreu o primeiro loteamento urbano de Bela Vista do Paraíso, foi reservada uma área para o sepultamento dos corpos. Este primeiro cemitério ficava localizado na Av. Dr. José de Freitas Saldanha (Av. Independência, onde se localiza atualmente a Belatintas). No então Patrimônio de Bela Vista, em 1938, surgia também a primeira Capela João Galdioli, onde hoje se localiza a rodoviária. O nome foi uma homenagem ao pioneiro que havia falecido três anos antes. Sua esposa doou o terreno e a imagem de São João Batista que, entronizada na capela, passou a ser o padroeiro do lugarejo, numa alusão ao fato de que este santo teria vindo preparar a vinda do Salvador e também estaria preparando a senda dos missionários e dos desbravadores da região. As primeiras missas eram celebradas pelo Pe. Chico e pelo Pe. Jonas, ambos de Sertanópolis, que se hospedavam na casa da doadora, quando de suas visitas ao nascente lugarejo. O Sr. Domingos Bruno foi o primeiro comerciante a instalar em Bela Vista, no ano de 1939. Para isso construiu um rancho de palmito de pau a pique onde vendia suas mercadorias de secos e molhados. Entretanto não foi feliz, pois numa viagem que fazia com seu pequeno caminhão para Londrina, aonde vinha fazer suas compras para surtir seu boteco, acidentou-se vindo a falecer. Santa Margarida foi fundada pelo Sr. Antonio Luppi no ano de 1939, vindo da cidade de Mineiros do Tietê, Estado de São Paulo. O Sr. Antonio Rampazzo foi o primeiro comerciante de tecidos e secos e molhados a se instalar em Santa Margarida, para fornecer aos habitantes do povoado, tendo para isso construído sua casa em 1939. O primeiro cinema de propriedade do Sr. José de Castro foi montado quando Bela Vista ainda era patrimônio. Instalado na Avenida Independência num barracão de madeira com bancos de tábuas e cadeiras de palhinha, isso no ano de 1942. A primeira Casa Escolar de Bela Vista do Paraíso funcionava à Rua Amélia Fernandes, sua primeira diretora a Sra. Maria do Carmo Freitas Pinheiro foi nomeada, em maio de 1942. Em 1942 o Sr. Antonio Bedendo instalou a primeira pensão no Distrito, em sua própria casa. Os primeiros ônibus a transitarem de Marília até Londrina passando por Santa Margarida foram os ônibus da Empresa Marília Iepê Ltda. A primeira Casa Escolar de Santa Margarida funcionava num barracão de madeira construído pelo Sr. Antonio Luppi, em agosto de 1942. Os alunos sentavam-se em bancos improvisados por cavaletes, nos quais se colocavam tábuas, sendo as mesas feitas da mesma madeira onde os alunos colocavam seus cadernos para escrever. A primeira professora foi dona Floripes Rizzi Pinheiro, nomeada pelo prefeito de Sertanópolis, Dr. Vespertino Ferreira Pimpão. A escola funcionava com 53 alunos. Com o passar dos anos este número aumentou muito sendo necessário que mais professoras fossem nomeadas para atender as crianças que chegavam em busca do saber. A primeira maquina de café que se instalou em Santa Margarida, no ano de 1942, movida a gasogêneo, num terreno doado pelo Sr. José Ferro, foi de propriedade dos Srs. Irineu Pinheiro e Elpidio de Abreu. Esse aparelho de gasogênio foi feito pelo Sr. Irineu Pinheiro. Um ano depois foi montada em conjunto uma máquina de beneficiar arroz. O primeiro sitiante a negociar o seu café com os proprietários da máquina foi o Sr. José Morgado. A primeira festa religiosa realizada em Santa Margarida foi em 15 de agosto de 1943. Atendia a paróquia naquela época o padre Chico, que residia em Sertanópolis. Aos festejos foram os seguintes senhores: Ricardo Cavalheri, Antonio Rampazzo, José Ferro, João Perozzó, Walter Goianas, Porfírio Cavalcante, Irineu Pinheiro, Álvaro Ferreira Luz, Júlio Ferro, Antonio Bebendo, Francisco Cepola, Atílio Rampazzo. No decorrer da festa houve um concurso de beleza e foi eleita 1ª Miss Santa Margarida a senhorita Terezinha Caetano. Para abrilhantar a festa os festeiros contrataram a Banca Musical da cidade de Mineiros, Estado de São Paulo. Em 7 de setembro de 1945 foi inaugurada em Santa Margarida a primeira instalação de energia elétrica com um gerador de 4 Kw movida a vapor, montada na serraria do Sr. Antonio Luppi, sendo o mesmo o proprietário da empresa. Toda a montagem, inclusive a rede elétrica das ruas foi executada pelo Sr. Irineu Pinheiro. Em 1946 Bela Vista era ainda patrimônio pertencente ao município de Sertanópolis, que pouca atenção lhe dava. Vias de comunicação precárias, pouco conforto e muitas dificuldades eram uma constante na época. Os moradores da época, inconformados com o descaso da prefeitura, resolveram instalar uma rede de iluminação pública. O Dr. Vespertino Pimpão, político influente, deu ordens para paralisar a obra. Com isto não concordou o Dr. Rubens Valente, médico natural de Belém (pa), que, de forma determinada colocou-se a frente de outros destemidos homens e forçaram a continuidade da obra. As divergências políticas eram constantes. Neste clima, no dia 14 de outubro de 1946, chega à localidade uma caravana política pleiteando votos para as eleições que se aproximavam. Nesta ocasião o Dr. Edgar Bezerra Valente, irmão do Dr. Rubens, pessoa muito fluente e culta, servindo-se da palavra denunciou o abandono em que se achava a localidade e o descaso do Governo às necessidades da população. Em março do ano seguinte o Governador Moisés Lupion visitou a localidade e recebeu a solicitação de sua emancipação através do Dr. Rubens. Em resposta o Dr. Alípio Leite, Procurador Geral do Estado, argumentou que primeiramente havia necessidade do patrimônio ser considerado Distrito, e somente depois poderia ser elevado a Município, mas afirmou que iria estudar o caso com simpatia. Em maio de 1947 reuniu-se em Curitiba a Assembléia Legislativa do Estado para discussão sobre a nova Divisão Política estadual. Uma caravana bela-vistense, chefiada pelo Dr. Rubens, com a ajuda do jornalista Dicesar Plaisant, conseguiu uma audiência com o Deputado Dr. Bacelar, solicitando que apresentasse na Câmara um projeto de criação do Município. O Sr. Cândido Alves de Melo, dentista e chefe político de Sertanópolis, que também era Delegado de Polícia, interferiu de forma contrária tentando obstruir o projeto. Entretanto, o trabalho da comissão passou a contar com a ajuda do Sr. Brasílio de Araújo que conseguiu o apoio da bancada do P. T. B. Para votar a favor. Do mesmo modo conseguiu também o apoio dos deputados Anísio Luz, José Bacelar, Rui Cunha e João Clímaco da Silva. O Dr. Gervásio Morales, então prefeito de Sertanópolis, tomando conhecimento das gestões, como represália mandou para Bela Vista um novo Agente Municipal, o Sr. Manoel da Costa, destituindo do posto do Sr. João Marcondes. Este fato revoltou a população que, apesar da ação do Dr. Edgar recomendando calma a todos através do alto-falante do Sr. Renê, iniciou um movimento de repulsa à medida do Dr. Gervásio.

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