Centro
Comprar
Apartamentos
Quartos
Preço
Mais filtros
4

110 Apartamentos à venda em Avenida Presidente Vargas, Centro, Rio de Janeiro

Ordenar

R$ 500.000

R$ 500 Condominio

30 m² tot.1 quarto1 banheiro

Avenida Presidente Vargas 1140 - Centro Rio de Janeiro - Rj Brasil

Centro, Rio de Janeiro

Kitnet para aluguel com 1 quarto e piscina no condomínio.

R$ 489.900

54 m² tot.1 quarto1 banheiro

Avenida Presidente Vargas 1140

Centro, Rio de Janeiro

- 2 quarto 46M² no melhor locall da Presidente Vargas com lazer diferenciado de um clube no centro do Rio de Janeiro, RoofTop. 1 / / P I S C I N A C O M D E C K M O L H A D O e 25metros. 2 / / L O U N G E. 3 / / S A L Ã O D E F E S T A S. 4 / / Á R E A T É C N I C A. 5 / / F I T N E S S. Valores previstos para lançamentos, apartir de: - Studio 32 M² R$ 276, 500. - 1 quarto 37M² R$ 342, 500. - 2 quartos 54, 45 m² R$ 489, 900. - Ponto para recarga de bicicleta elétrica. - 50% de desconto no 3 primeiros anos de iptu. Diferencias: - Ponto para recarga de bicicleta elétrica. - A rej adores de t o rne i ra s. - P rev i s ão para i n s ta l a ção de aque cedo re s a gá s ( n ã o t e r á c h u v e i r o e l é t r i c o) - Bac ia s ani tá r ia com d u p lo a c ionamento. - P i so l ami n ado nos quar tos. - P rev i s ão para i n s ta l a ção de a r- condi c ionado. E muito mais: - Área do Ter reno: 1. 148, 45m² - Total de Unidades: 360. - Apar tamentos por Andar: 20. - N de E levadores: 4. - N de Andares: Subsolo + Tér reo + Sobre loja + 18 andares + Cobertura. - N de Vagas de Bicicleta: 369. Saiba mais sobre ícone do Rio de Janeiro, Avenida Presidente Vargas - Rio de Janeiro - Brasil. Avenida Presidente Vargas: gigantismo entre memórias vivas e apagadas. Com seus 80 metros de largura e quatro quilômetros de extensão, ligando o Largo da Candelária à Praça da Bandeira numa linha reta, a Presidente Vargas é a avenida mais espetacular e o principal corredor de transportes da região central do Rio de Janeiro. Inaugurada em 1944, durante o Estado Novo, na gestão do prefeito Henrique Dodsworth, foi concluída em três anos e sua construção é tida pelos urbanistas como um dos maiores bota-abaixo da cidade. Foram derrubados 525 imóveis em brevíssimo período de tempo e varridos, entre outros antigos ícones da cidade, a lendária Praça Onze, o Largo de São Domingos e a Igreja de São Pedro dos Clérigos, uma joia barroca toda decorada por Mestre Valentim, o mais representativo artista do Rio colonial. A Presidente Vargas foi traçada como uma continuação, em direção à Candelária, da Avenida do Mangue, que começou a ser construída em 1857 por iniciativa do Barão de Mauá e é considerada como a maior obra de saneamento do período imperial, em razão da construção do canal que drenou as águas do Mangal de São Diogo. Essa avenida começava na altura da Ponte dos Marinheiros - na confluência da atual Avenida Francisco Bicalho com a Praça da Bandeira, onde terminava o braço da Baía de Guanabara chamado de Saco de São Diogo ou Enseada de São Cristóvão. A via desaguava no Rocio Pequeno, que, anos mais tarde, se transformaria na Praça Onze. Na verdade, a obra feita por Mauá era desejada desde a época de D. João, que queria melhorar o acesso à Quinta da Boa Vista. Pouco depois de chegar ao Rio de Janeiro, o monarca iniciou os primeiros trabalhos de aterro do Mangal de São Diogo e construiu o Caminho do Aterrado (que mais tarde se transformaria na Avenida do Mangue). A fim de começar a desenvolver aquela área, isentou da décima urbana - uma espécie de iptu da época - aqueles que ali construíssem prédios. Também criou o Rocio Pequeno, uma área de serventia pública que, décadas depois, em 1846, ganhou um chafariz de abastecimento de água projetado pelo arquiteto francês Grandjean de Montigny. Com todas as melhorias, essa área aterrada passou a ser chamada de Cidade Nova, em oposição à Cidade Velha, que havia crescido a partir da Rua Direita - atual Primeiro de Março. Data também do período joanino a construção, no Campo de Santana, do Quartel do Regimento da Tropa, nas imediações do terreno onde, mais de um século depois, Getúlio Vargas ergueu o suntuoso Palácio Duque de Caxias, para ser a sede do Ministério da Guerra. A abertura da Presidente Vargas engoliu um pedaço considerável do Campo de Santana, cuja região, no início dos anos 1800, ainda era esparsamente habitada. Segundo Maurício de Abreu, em seu livro Geografia Histórica do Rio de Janeiro, havia poucas residências nobres nessa área. A incidência maior de moradores era de artesãos e mecânicos ligados à manutenção das embarcações e dos engenhos. Com esse perfil populacional ligado aos extratos mais humildes da população, a região do Campo e da Cidade Nova foi se adensando paulatinamente até meados do século xix e aceleradamente a partir de então, quando começou a ser criado o sistema de transportes coletivos da cidade, com o bonde e o trem. Na década de 1870, o Rocio Pequeno foi rebatizado de Praça Onze de Julho - em alusão ao dia da vitória do Brasil na Batalha do Riachuelo, travada durante a Guerra do Paraguai -, e ainda ganhou uma Escola do Imperador: a São Sebastião. Berço do samba. Com o anúncio da construção da Avenida Presidente Vargas, o mundo do samba sentiu um baque. Vão acabar com a Praça Onze / Não vai haver mais escola de samba, não vai / Chora o tamborim / Chora o morro inteiro. , lamentava a primeira música de sucesso de Herivelto Martins, Praça Onze, feita em parceria com o ator Grande Otelo, em 1942. Na época da demolição, a Praça Onze não era apenas um mero logradouro da cidade, mas uma espécie de bairro, pois englobava todas as ruas das imediações. A comunidade - formada principalmente por imigrantes judeus pobres e negros baianos - era conhecida como berço do samba, pois foi ali que morou Tia Ciata (em cuja casa aconteceram as festas onde se encontravam os personagens que deram origem ao ritmo), Tia Amélia (mãe de Donga), Tia Pisciliana (mãe de João da Baiana), Tia Mônica (mãe da grande iabá Carmem do Xibuca). Aquele trecho da Pequena África - nome dado por Heitor dos Prazeres à região portuária compreendida entre a Cidade Nova e a Pedra do Sal - também tinha virado passagem obrigatória dos ranchos carnavalescos e seus integrantes, que faziam questão de cumprimentar as tias baianas quando desfilavam (normalmente, o cortejo partia do Largo de São Domingos). E mais: ali nasceu o desfile das escolas de samba! A Praça Onze, enfim, tinha papel fundamental na constituição da identidade do carnaval carioca do século xx. E sua demolição, felizmente, não significou o fim do desfile das escolas, como temiam Herivelto Martins e Grande Otelo. Símbolo barroco. A demolição da Praça Onze não foi a única grande polêmica criada pela abertura da Presidente Vargas. O projeto da Comissão do Plano da Cidade também condenava ao desaparecimento várias igrejas construídas durante o século xviii: a de São Domingos - que ficava no largo de mesmo nome -, a de Bom Jesus do Calvário, a de Nossa Senhora da Conceição, a de São Pedro dos Clérigos e até mesmo a da Candelária, pois o projeto previa o início da avenida nas margens da Baía de Guanabara. Desde os anos 1920, quando os modernistas consideraram as obras do período barroco, especialmente o mineiro, como constitutivas da identidade nacional, já se havia criado movimentos de preservação da memória. Tanto que Getúlio Vargas, na década de 1930, criou o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan). As igrejas da Candelária e de São Pedro dos Clérigos haviam, inclusive, sido tombadas. Esta última, construída entre 1733 e 1738, em formato elíptico, era considerada a maior expressão do barroco na cidade, com pórtico, talhas e esculturas feitas por Mestre Valentim durante a segunda metade do século xviii. Em meio ao bate-boca das demolições, a Comissão do Plano da Cidade decidiu mudar o início da avenida para o Largo da Candelária. Também tentou deslocar a Igreja de São Pedro dos Clérigos para outro terreno, por meio de uma tecnologia de transporte de construções bem-sucedida na Europa. Mas não deu certo. E como em períodos autoritários é fácil mudar leis da noite para o dia, o tombamento da Igreja de São Pedro foi rapidamente revogado e a demolição aconteceu em 1943. Era o último prédio ainda em pé da Rua São Pedro, uma das mais antigas da cidade, que ficava onde hoje é a pista do lado par da Avenida Presidente Vargas. Do lado ímpar, também já havia ido abaixo a Rua General Câmara, antiga Rua do Sabão - aquela mesma da cantiga infantil Cai, Cai, Balão -, onde ficavam as igrejas de Bom Jesus do Calvário e de Nossa Senhora da Conceição. Ambas as vias faziam a ligação da Candelária com o Campo de Santana. Fonte:. gov. br/

R$ 376.500

32 m² tot.1 quarto1 banheiro

Avenida Presidente Vargas 1140

Centro, Rio de Janeiro

Frontal a Presidente Vargas 1 e 2 quartos, além de RoofTop com Piscina 25 m² e mais: 1 / / P I S C I N A C O M D E C K M O L H A D O. 2 / / L O U N G E. 3 / / S A L Ã O D E F E S T A S. 4 / / Á R E A T É C N I C A. 5 / / F I T N E S S. Valores previstos para lançamentos, apartir de: - Studio 32 M² R$ 276, 500. - 1 quarto 37M² R$ 342, 500. - 2 quartos 54, 45 m² R$ 489, 900. - Ponto para recarga de bicicleta elétrica. - 50% de desconto no 3 primeiros anos de iptu. Diferencias: - Ponto para recarga de bicicleta elétrica. - A rej adores de t o rne i ra s. - P rev i s ão para i n s ta l a ção de aque cedo re s a gá s ( n ã o t e r á c h u v e i r o e l é t r i c o) - Bac ia s ani tá r ia com d u p lo a c ionamento. - P i so l ami n ado nos quar tos. - P rev i s ão para i n s ta l a ção de a r- condi c ionado. E muito mais: - Área do Ter reno: 1. 148, 45m² - Total de Unidades: 360. - Apar tamentos por Andar: 20. - N de E levadores: 4. - N de Andares: Subsolo + Tér reo + Sobre loja + 18 andares + Cobertura. - N de Vagas de Bicicleta: 369. Saiba mais sobre ícone do Rio de Janeiro, Avenida Presidente Vargas - Rio de Janeiro - Brasil. Avenida Presidente Vargas: gigantismo entre memórias vivas e apagadas. Com seus 80 metros de largura e quatro quilômetros de extensão, ligando o Largo da Candelária à Praça da Bandeira numa linha reta, a Presidente Vargas é a avenida mais espetacular e o principal corredor de transportes da região central do Rio de Janeiro. Inaugurada em 1944, durante o Estado Novo, na gestão do prefeito Henrique Dodsworth, foi concluída em três anos e sua construção é tida pelos urbanistas como um dos maiores bota-abaixo da cidade. Foram derrubados 525 imóveis em brevíssimo período de tempo e varridos, entre outros antigos ícones da cidade, a lendária Praça Onze, o Largo de São Domingos e a Igreja de São Pedro dos Clérigos, uma joia barroca toda decorada por Mestre Valentim, o mais representativo artista do Rio colonial. A Presidente Vargas foi traçada como uma continuação, em direção à Candelária, da Avenida do Mangue, que começou a ser construída em 1857 por iniciativa do Barão de Mauá e é considerada como a maior obra de saneamento do período imperial, em razão da construção do canal que drenou as águas do Mangal de São Diogo. Essa avenida começava na altura da Ponte dos Marinheiros - na confluência da atual Avenida Francisco Bicalho com a Praça da Bandeira, onde terminava o braço da Baía de Guanabara chamado de Saco de São Diogo ou Enseada de São Cristóvão. A via desaguava no Rocio Pequeno, que, anos mais tarde, se transformaria na Praça Onze. Na verdade, a obra feita por Mauá era desejada desde a época de D. João, que queria melhorar o acesso à Quinta da Boa Vista. Pouco depois de chegar ao Rio de Janeiro, o monarca iniciou os primeiros trabalhos de aterro do Mangal de São Diogo e construiu o Caminho do Aterrado (que mais tarde se transformaria na Avenida do Mangue). A fim de começar a desenvolver aquela área, isentou da décima urbana - uma espécie de iptu da época - aqueles que ali construíssem prédios. Também criou o Rocio Pequeno, uma área de serventia pública que, décadas depois, em 1846, ganhou um chafariz de abastecimento de água projetado pelo arquiteto francês Grandjean de Montigny. Com todas as melhorias, essa área aterrada passou a ser chamada de Cidade Nova, em oposição à Cidade Velha, que havia crescido a partir da Rua Direita - atual Primeiro de Março. Data também do período joanino a construção, no Campo de Santana, do Quartel do Regimento da Tropa, nas imediações do terreno onde, mais de um século depois, Getúlio Vargas ergueu o suntuoso Palácio Duque de Caxias, para ser a sede do Ministério da Guerra. A abertura da Presidente Vargas engoliu um pedaço considerável do Campo de Santana, cuja região, no início dos anos 1800, ainda era esparsamente habitada. Segundo Maurício de Abreu, em seu livro Geografia Histórica do Rio de Janeiro, havia poucas residências nobres nessa área. A incidência maior de moradores era de artesãos e mecânicos ligados à manutenção das embarcações e dos engenhos. Com esse perfil populacional ligado aos extratos mais humildes da população, a região do Campo e da Cidade Nova foi se adensando paulatinamente até meados do século xix e aceleradamente a partir de então, quando começou a ser criado o sistema de transportes coletivos da cidade, com o bonde e o trem. Na década de 1870, o Rocio Pequeno foi rebatizado de Praça Onze de Julho - em alusão ao dia da vitória do Brasil na Batalha do Riachuelo, travada durante a Guerra do Paraguai -, e ainda ganhou uma Escola do Imperador: a São Sebastião. Berço do samba. Com o anúncio da construção da Avenida Presidente Vargas, o mundo do samba sentiu um baque. Vão acabar com a Praça Onze / Não vai haver mais escola de samba, não vai / Chora o tamborim / Chora o morro inteiro. , lamentava a primeira música de sucesso de Herivelto Martins, Praça Onze, feita em parceria com o ator Grande Otelo, em 1942. Na época da demolição, a Praça Onze não era apenas um mero logradouro da cidade, mas uma espécie de bairro, pois englobava todas as ruas das imediações. A comunidade - formada principalmente por imigrantes judeus pobres e negros baianos - era conhecida como berço do samba, pois foi ali que morou Tia Ciata (em cuja casa aconteceram as festas onde se encontravam os personagens que deram origem ao ritmo), Tia Amélia (mãe de Donga), Tia Pisciliana (mãe de João da Baiana), Tia Mônica (mãe da grande iabá Carmem do Xibuca). Aquele trecho da Pequena África - nome dado por Heitor dos Prazeres à região portuária compreendida entre a Cidade Nova e a Pedra do Sal - também tinha virado passagem obrigatória dos ranchos carnavalescos e seus integrantes, que faziam questão de cumprimentar as tias baianas quando desfilavam (normalmente, o cortejo partia do Largo de São Domingos). E mais: ali nasceu o desfile das escolas de samba! A Praça Onze, enfim, tinha papel fundamental na constituição da identidade do carnaval carioca do século xx. E sua demolição, felizmente, não significou o fim do desfile das escolas, como temiam Herivelto Martins e Grande Otelo. Símbolo barroco. A demolição da Praça Onze não foi a única grande polêmica criada pela abertura da Presidente Vargas. O projeto da Comissão do Plano da Cidade também condenava ao desaparecimento várias igrejas construídas durante o século xviii: a de São Domingos - que ficava no largo de mesmo nome -, a de Bom Jesus do Calvário, a de Nossa Senhora da Conceição, a de São Pedro dos Clérigos e até mesmo a da Candelária, pois o projeto previa o início da avenida nas margens da Baía de Guanabara. Desde os anos 1920, quando os modernistas consideraram as obras do período barroco, especialmente o mineiro, como constitutivas da identidade nacional, já se havia criado movimentos de preservação da memória. Tanto que Getúlio Vargas, na década de 1930, criou o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan). As igrejas da Candelária e de São Pedro dos Clérigos haviam, inclusive, sido tombadas. Esta última, construída entre 1733 e 1738, em formato elíptico, era considerada a maior expressão do barroco na cidade, com pórtico, talhas e esculturas feitas por Mestre Valentim durante a segunda metade do século xviii. Em meio ao bate-boca das demolições, a Comissão do Plano da Cidade decidiu mudar o início da avenida para o Largo da Candelária. Também tentou deslocar a Igreja de São Pedro dos Clérigos para outro terreno, por meio de uma tecnologia de transporte de construções bem-sucedida na Europa. Mas não deu certo. E como em períodos autoritários é fácil mudar leis da noite para o dia, o tombamento da Igreja de São Pedro foi rapidamente revogado e a demolição aconteceu em 1943. Era o último prédio ainda em pé da Rua São Pedro, uma das mais antigas da cidade, que ficava onde hoje é a pista do lado par da Avenida Presidente Vargas. Do lado ímpar, também já havia ido abaixo a Rua General Câmara, antiga Rua do Sabão - aquela mesma da cantiga infantil Cai, Cai, Balão -, onde ficavam as igrejas de Bom Jesus do Calvário e de Nossa Senhora da Conceição. Ambas as vias faziam a ligação da Candelária com o Campo de Santana. Fonte:. gov. br/

R$ 376.500

32 m² tot.1 quarto1 banheiro

Avenida Presidente Vargas 1140

Centro, Rio de Janeiro

Frontal a Presidente Vargas 1 e 2 quartos, além de RoofTop com Piscina 25 m² e mais: 1 / / P I S C I N A C O M D E C K M O L H A D O 2 / / L O U N G E 3 / / S A L Ã O D E F E S T A S 4 / / Á R E A T É C N I C A 5 / / F I T N E S svalores previstos para lançamentos, apartir de: Studio 32 M² R$ 276, 500. 1 quarto 37M² R$ 342, 500. 2 quartos 54, 45 m² R$ 489, 900. Ponto para recarga de bicicleta elétrica. 50% de desconto no 3 primeiros anos de iptu. Diferencias: Ponto para recarga de bicicleta elétrica. A rej adores de t o rne i ra s. P rev i s ão para i n s ta l a ção de aque cedo re s a gá s ( n ã o t e r á c h u v e i r o e l é t r i c o) Bac ia s ani tá r ia com d u p lo a c ionamento. P i so l ami n ado nos quar tos. P rev i s ão para i n s ta l a ção de a r- condi c ionado. E muito mais: Área do Ter reno: 1. 148, 45m² Total de Unidades: 360. Apar tamentos por Andar: 20. N de E levadores: 4. N de Andares: Subsolo + Tér reo + Sobre loja + 18 andares + Cobertura. N de Vagas de Bicicleta: 369. Saiba mais sobre ícone do Rio de Janeiro, Avenida Presidente Vargas - Rio de Janeiro - Brasil Avenida Presidente Vargas: gigantismo entre memórias vivas e apagadas. Com seus 80 metros de largura e quatro quilômetros de extensão, ligando o Largo da Candelária à Praça da Bandeira numa linha reta, a Presidente Vargas é a avenida mais espetacular e o principal corredor de transportes da região central do Rio de Janeiro. Inaugurada em 1944, durante o Estado Novo, na gestão do prefeito Henrique Dodsworth, foi concluída em três anos e sua construção é tida pelos urbanistas como um dos maiores bota-abaixo da cidade. Foram derrubados 525 imóveis em brevíssimo período de tempo e varridos, entre outros antigos ícones da cidade, a lendária Praça Onze, o Largo de São Domingos e a Igreja de São Pedro dos Clérigos, uma joia barroca toda decorada por Mestre Valentim, o mais representativo artista do Rio colonial. A Presidente Vargas foi traçada como uma continuação, em direção à Candelária, da Avenida do Mangue, que começou a ser construída em 1857 por iniciativa do Barão de Mauá e é considerada como a maior obra de saneamento do período imperial, em razão da construção do canal que drenou as águas do Mangal de São Diogo. Essa avenida começava na altura da Ponte dos Marinheiros - na confluência da atual Avenida Francisco Bicalho com a Praça da Bandeira, onde terminava o braço da Baía de Guanabara chamado de Saco de São Diogo ou Enseada de São Cristóvão. A via desaguava no Rocio Pequeno, que, anos mais tarde, se transformaria na Praça Onze. Na verdade, a obra feita por Mauá era desejada desde a época de D. João, que queria melhorar o acesso à Quinta da Boa Vista. Pouco depois de chegar ao Rio de Janeiro, o monarca iniciou os primeiros trabalhos de aterro do Mangal de São Diogo e construiu o Caminho do Aterrado (que mais tarde se transformaria na Avenida do Mangue). A fim de começar a desenvolver aquela área, isentou da décima urbana - uma espécie de iptu da época - aqueles que

R$ 489.900

54 m² tot.1 quarto1 banheiro

Avenida Presidente Vargas 1140

Centro, Rio de Janeiro

2 quarto 46M² no melhor locall da Presidente Vargas com lazer diferenciado de um clube no centro do Rio de Janeiro, RoofTop. 1 / / P I S C I N A C O M D E C K M O L H A D O e 25metros 2 / / L O U N G E 3 / / S A L Ã O D E F E S T A S 4 / / Á R E A T É C N I C A 5 / / F I T N E S svalores previstos para lançamentos, apartir de: Studio 32 M² R$ 276, 500. 1 quarto 37M² R$ 342, 500. 2 quartos 54, 45 m² R$ 489, 900. Ponto para recarga de bicicleta elétrica. 50% de desconto no 3 primeiros anos de iptu. Diferencias: Ponto para recarga de bicicleta elétrica. A rej adores de t o rne i ra s. P rev i s ão para i n s ta l a ção de aque cedo re s a gá s ( n ã o t e r á c h u v e i r o e l é t r i c o) Bac ia s ani tá r ia com d u p lo a c ionamento. P i so l ami n ado nos quar tos. P rev i s ão para i n s ta l a ção de a r- condi c ionado. E muito mais: Área do Ter reno: 1. 148, 45m² Total de Unidades: 360. Apar tamentos por Andar: 20. N de E levadores: 4. N de Andares: Subsolo + Tér reo + Sobre loja + 18 andares + Cobertura. N de Vagas de Bicicleta: 369. Saiba mais sobre ícone do Rio de Janeiro, Avenida Presidente Vargas - Rio de Janeiro - Brasil Avenida Presidente Vargas: gigantismo entre memórias vivas e apagadas. Com seus 80 metros de largura e quatro quilômetros de extensão, ligando o Largo da Candelária à Praça da Bandeira numa linha reta, a Presidente Vargas é a avenida mais espetacular e o principal corredor de transportes da região central do Rio de Janeiro. Inaugurada em 1944, durante o Estado Novo, na gestão do prefeito Henrique Dodsworth, foi concluída em três anos e sua construção é tida pelos urbanistas como um dos maiores bota-abaixo da cidade. Foram derrubados 525 imóveis em brevíssimo período de tempo e varridos, entre outros antigos ícones da cidade, a lendária Praça Onze, o Largo de São Domingos e a Igreja de São Pedro dos Clérigos, uma joia barroca toda decorada por Mestre Valentim, o mais representativo artista do Rio colonial. A Presidente Vargas foi traçada como uma continuação, em direção à Candelária, da Avenida do Mangue, que começou a ser construída em 1857 por iniciativa do Barão de Mauá e é considerada como a maior obra de saneamento do período imperial, em razão da construção do canal que drenou as águas do Mangal de São Diogo. Essa avenida começava na altura da Ponte dos Marinheiros - na confluência da atual Avenida Francisco Bicalho com a Praça da Bandeira, onde terminava o braço da Baía de Guanabara chamado de Saco de São Diogo ou Enseada de São Cristóvão. A via desaguava no Rocio Pequeno, que, anos mais tarde, se transformaria na Praça Onze. Na verdade, a obra feita por Mauá era desejada desde a época de D. João, que queria melhorar o acesso à Quinta da Boa Vista. Pouco depois de chegar ao Rio de Janeiro, o monarca iniciou os primeiros trabalhos de aterro do Mangal de São Diogo e construiu o Caminho do Aterrado (que mais tarde se transformaria na Avenida do Mangue). A fim de começar a desenvolver aquela área, isentou da décima

R$ 279.489

37 m² tot.1 quarto1 banheiro

Avenida Presidente Vargas

Centro, Rio de Janeiro

Com opções de studios, 1 e 2 quartos, varanda e lazer completo, aqui você encontra tudo o que precisa para viver com qualidade de vida e conforto. Um dos grandes destaques deste empreendimento é o lazer no topo, com um rooftop incrível que conta com piscina e uma vista de tirar o fôlego para a cidade. Além disso, o prédio conta com diversos diferenciais, como fitness, espaço escritório, salão de festas, lavanderia, bicicletário e oficina. Localizado no Centro da cidade, o empreendimento oferece fácil acesso a todas as regiões do Rio de Janeiro e está a poucos minutos de diversos pontos turísticos, como a zona portuária revitalizada, agora chamada de Porto Maravilha, e a região histórica da Candelária. Com uma mistura de prédios históricos e arranha-céus corporativos, o Centro do Rio de Janeiro é uma região diferenciada da cidade, que abrange vários sub-bairros como a Lapa, Santa Rita, Praça Onze, Cinelândia e Uruguaiana. Além de ser altamente comercial e contar com várias grandes empresas e escritórios, o Centro também oferece diversas opções de lazer, com lojas, museus e centros culturais, além de áreas boêmias com bares e restaurantes para todos os gostos. E para quem busca ainda mais praticidade, o empreendimento fica em frente ao metrô Presidente Vargas, garantindo fácil acesso a todas as regiões da cidade. Não perca mais tempo e venha conhecer este empreendimento incrível. Agende já sua visita e comece a viver a vida que sempre sonhou! Previsão de entrega: Março/2024 (em construção)

R$ 489.900

54 m² tot.1 quarto1 banheiro

Avenida Presidente Vargas 1140

Centro, Rio de Janeiro

- 2 quarto 46M² no melhor locall da Presidente Vargas com lazer diferenciado de um clube no centro do Rio de Janeiro, RoofTop. 1 / / P I S C I N A C O M D E C K M O L H A D O e 25metros. 2 / / L O U N G E. 3 / / S A L Ã O D E F E S T A S. 4 / / Á R E A T É C N I C A. 5 / / F I T N E S S. Valores previstos para lançamentos, apartir de: - Studio 32 M² R$ 276, 500. - 1 quarto 37M² R$ 342, 500. - 2 quartos 54, 45 m² R$ 489, 900. - Ponto para recarga de bicicleta elétrica. - 50% de desconto no 3 primeiros anos de iptu. Diferencias: - Ponto para recarga de bicicleta elétrica. - A rej adores de t o rne i ra s. - P rev i s ão para i n s ta l a ção de aque cedo re s a gá s ( n ã o t e r á c h u v e i r o e l é t r i c o) - Bac ia s ani tá r ia com d u p lo a c ionamento. - P i so l ami n ado nos quar tos. - P rev i s ão para i n s ta l a ção de a r- condi c ionado. E muito mais: - Área do Ter reno: 1. 148, 45m² - Total de Unidades: 360. - Apar tamentos por Andar: 20. - N de E levadores: 4. - N de Andares: Subsolo + Tér reo + Sobre loja + 18 andares + Cobertura. - N de Vagas de Bicicleta: 369. Saiba mais sobre ícone do Rio de Janeiro, Avenida Presidente Vargas - Rio de Janeiro - Brasil. Avenida Presidente Vargas: gigantismo entre memórias vivas e apagadas. Com seus 80 metros de largura e quatro quilômetros de extensão, ligando o Largo da Candelária à Praça da Bandeira numa linha reta, a Presidente Vargas é a avenida mais espetacular e o principal corredor de transportes da região central do Rio de Janeiro. Inaugurada em 1944, durante o Estado Novo, na gestão do prefeito Henrique Dodsworth, foi concluída em três anos e sua construção é tida pelos urbanistas como um dos maiores bota-abaixo da cidade. Foram derrubados 525 imóveis em brevíssimo período de tempo e varridos, entre outros antigos ícones da cidade, a lendária Praça Onze, o Largo de São Domingos e a Igreja de São Pedro dos Clérigos, uma joia barroca toda decorada por Mestre Valentim, o mais representativo artista do Rio colonial. A Presidente Vargas foi traçada como uma continuação, em direção à Candelária, da Avenida do Mangue, que começou a ser construída em 1857 por iniciativa do Barão de Mauá e é considerada como a maior obra de saneamento do período imperial, em razão da construção do canal que drenou as águas do Mangal de São Diogo. Essa avenida começava na altura da Ponte dos Marinheiros - na confluência da atual Avenida Francisco Bicalho com a Praça da Bandeira, onde terminava o braço da Baía de Guanabara chamado de Saco de São Diogo ou Enseada de São Cristóvão. A via desaguava no Rocio Pequeno, que, anos mais tarde, se transformaria na Praça Onze. Na verdade, a obra feita por Mauá era desejada desde a época de D. João, que queria melhorar o acesso à Quinta da Boa Vista. Pouco depois de chegar ao Rio de Janeiro, o monarca iniciou os primeiros trabalhos de aterro do Mangal de São Diogo e construiu o Caminho do Aterrado (que mais tarde se transformaria na Avenida do Mangue). A fim de começar a desenvolver aquela área, isentou da décima urbana - uma espécie de iptu da época - aqueles que ali construíssem prédios. Também criou o Rocio Pequeno, uma área de serventia pública que, décadas depois, em 1846, ganhou um chafariz de abastecimento de água projetado pelo arquiteto francês Grandjean de Montigny. Com todas as melhorias, essa área aterrada passou a ser chamada de Cidade Nova, em oposição à Cidade Velha, que havia crescido a partir da Rua Direita - atual Primeiro de Março. Data também do período joanino a construção, no Campo de Santana, do Quartel do Regimento da Tropa, nas imediações do terreno onde, mais de um século depois, Getúlio Vargas ergueu o suntuoso Palácio Duque de Caxias, para ser a sede do Ministério da Guerra. A abertura da Presidente Vargas engoliu um pedaço considerável do Campo de Santana, cuja região, no início dos anos 1800, ainda era esparsamente habitada. Segundo Maurício de Abreu, em seu livro Geografia Histórica do Rio de Janeiro, havia poucas residências nobres nessa área. A incidência maior de moradores era de artesãos e mecânicos ligados à manutenção das embarcações e dos engenhos. Com esse perfil populacional ligado aos extratos mais humildes da população, a região do Campo e da Cidade Nova foi se adensando paulatinamente até meados do século xix e aceleradamente a partir de então, quando começou a ser criado o sistema de transportes coletivos da cidade, com o bonde e o trem. Na década de 1870, o Rocio Pequeno foi rebatizado de Praça Onze de Julho - em alusão ao dia da vitória do Brasil na Batalha do Riachuelo, travada durante a Guerra do Paraguai -, e ainda ganhou uma Escola do Imperador: a São Sebastião. Berço do samba. Com o anúncio da construção da Avenida Presidente Vargas, o mundo do samba sentiu um baque. Vão acabar com a Praça Onze / Não vai haver mais escola de samba, não vai / Chora o tamborim / Chora o morro inteiro. , lamentava a primeira música de sucesso de Herivelto Martins, Praça Onze, feita em parceria com o ator Grande Otelo, em 1942. Na época da demolição, a Praça Onze não era apenas um mero logradouro da cidade, mas uma espécie de bairro, pois englobava todas as ruas das imediações. A comunidade - formada principalmente por imigrantes judeus pobres e negros baianos - era conhecida como berço do samba, pois foi ali que morou Tia Ciata (em cuja casa aconteceram as festas onde se encontravam os personagens que deram origem ao ritmo), Tia Amélia (mãe de Donga), Tia Pisciliana (mãe de João da Baiana), Tia Mônica (mãe da grande iabá Carmem do Xibuca). Aquele trecho da Pequena África - nome dado por Heitor dos Prazeres à região portuária compreendida entre a Cidade Nova e a Pedra do Sal - também tinha virado passagem obrigatória dos ranchos carnavalescos e seus integrantes, que faziam questão de cumprimentar as tias baianas quando desfilavam (normalmente, o cortejo partia do Largo de São Domingos). E mais: ali nasceu o desfile das escolas de samba! A Praça Onze, enfim, tinha papel fundamental na constituição da identidade do carnaval carioca do século xx. E sua demolição, felizmente, não significou o fim do desfile das escolas, como temiam Herivelto Martins e Grande Otelo. Símbolo barroco. A demolição da Praça Onze não foi a única grande polêmica criada pela abertura da Presidente Vargas. O projeto da Comissão do Plano da Cidade também condenava ao desaparecimento várias igrejas construídas durante o século xviii: a de São Domingos - que ficava no largo de mesmo nome -, a de Bom Jesus do Calvário, a de Nossa Senhora da Conceição, a de São Pedro dos Clérigos e até mesmo a da Candelária, pois o projeto previa o início da avenida nas margens da Baía de Guanabara. Desde os anos 1920, quando os modernistas consideraram as obras do período barroco, especialmente o mineiro, como constitutivas da identidade nacional, já se havia criado movimentos de preservação da memória. Tanto que Getúlio Vargas, na década de 1930, criou o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan). As igrejas da Candelária e de São Pedro dos Clérigos haviam, inclusive, sido tombadas. Esta última, construída entre 1733 e 1738, em formato elíptico, era considerada a maior expressão do barroco na cidade, com pórtico, talhas e esculturas feitas por Mestre Valentim durante a segunda metade do século xviii. Em meio ao bate-boca das demolições, a Comissão do Plano da Cidade decidiu mudar o início da avenida para o Largo da Candelária. Também tentou deslocar a Igreja de São Pedro dos Clérigos para outro terreno, por meio de uma tecnologia de transporte de construções bem-sucedida na Europa. Mas não deu certo. E como em períodos autoritários é fácil mudar leis da noite para o dia, o tombamento da Igreja de São Pedro foi rapidamente revogado e a demolição aconteceu em 1943. Era o último prédio ainda em pé da Rua São Pedro, uma das mais antigas da cidade, que ficava onde hoje é a pista do lado par da Avenida Presidente Vargas. Do lado ímpar, também já havia ido abaixo a Rua General Câmara, antiga Rua do Sabão - aquela mesma da cantiga infantil Cai, Cai, Balão -, onde ficavam as igrejas de Bom Jesus do Calvário e de Nossa Senhora da Conceição. Ambas as vias faziam a ligação da Candelária com o Campo de Santana. Fonte:. gov. br/

R$ 342.500

37 m² tot.1 quarto1 banheiro

Avenida Presidente Vargas 1140

Centro, Rio de Janeiro

- 1 quarto 37M² R$ 342, 500 Frontal a Presidente Vargas com RoofTop e Piscina 25 m² e mais: 1 / / P I S C I N A C O M D E C K M O L H A D O. 2 / / L O U N G E. 3 / / S A L Ã O D E F E S T A S. 4 / / Á R E A T É C N I C A. 5 / / F I T N E S S. Valores previstos para lançamentos, apartir de: - Studio 32 M² R$ 276, 500. - 1 quarto 37M² R$ 342, 500. - 2 quartos 54, 45 m² R$ 489, 900. - Ponto para recarga de bicicleta elétrica. - 50% de desconto no 3 primeiros anos de iptu. Diferencias: - Ponto para recarga de bicicleta elétrica. - A rej adores de t o rne i ra s. - P rev i s ão para i n s ta l a ção de aque cedo re s a gá s ( n ã o t e r á c h u v e i r o e l é t r i c o) - Bac ia s ani tá r ia com d u p lo a c ionamento. - P i so l ami n ado nos quar tos. - P rev i s ão para i n s ta l a ção de a r- condi c ionado. E muito mais: - Área do Ter reno: 1. 148, 45m² - Total de Unidades: 360. - Apar tamentos por Andar: 20. - N de E levadores: 4. - N de Andares: Subsolo + Tér reo + Sobre loja + 18 andares + Cobertura. - N de Vagas de Bicicleta: 369. Saiba mais sobre ícone do Rio de Janeiro, Avenida Presidente Vargas - Rio de Janeiro - Brasil. Avenida Presidente Vargas: gigantismo entre memórias vivas e apagadas. Com seus 80 metros de largura e quatro quilômetros de extensão, ligando o Largo da Candelária à Praça da Bandeira numa linha reta, a Presidente Vargas é a avenida mais espetacular e o principal corredor de transportes da região central do Rio de Janeiro. Inaugurada em 1944, durante o Estado Novo, na gestão do prefeito Henrique Dodsworth, foi concluída em três anos e sua construção é tida pelos urbanistas como um dos maiores bota-abaixo da cidade. Foram derrubados 525 imóveis em brevíssimo período de tempo e varridos, entre outros antigos ícones da cidade, a lendária Praça Onze, o Largo de São Domingos e a Igreja de São Pedro dos Clérigos, uma joia barroca toda decorada por Mestre Valentim, o mais representativo artista do Rio colonial. A Presidente Vargas foi traçada como uma continuação, em direção à Candelária, da Avenida do Mangue, que começou a ser construída em 1857 por iniciativa do Barão de Mauá e é considerada como a maior obra de saneamento do período imperial, em razão da construção do canal que drenou as águas do Mangal de São Diogo. Essa avenida começava na altura da Ponte dos Marinheiros - na confluência da atual Avenida Francisco Bicalho com a Praça da Bandeira, onde terminava o braço da Baía de Guanabara chamado de Saco de São Diogo ou Enseada de São Cristóvão. A via desaguava no Rocio Pequeno, que, anos mais tarde, se transformaria na Praça Onze. Na verdade, a obra feita por Mauá era desejada desde a época de D. João, que queria melhorar o acesso à Quinta da Boa Vista. Pouco depois de chegar ao Rio de Janeiro, o monarca iniciou os primeiros trabalhos de aterro do Mangal de São Diogo e construiu o Caminho do Aterrado (que mais tarde se transformaria na Avenida do Mangue). A fim de começar a desenvolver aquela área, isentou da décima urbana - uma espécie de iptu da época - aqueles que ali construíssem prédios. Também criou o Rocio Pequeno, uma área de serventia pública que, décadas depois, em 1846, ganhou um chafariz de abastecimento de água projetado pelo arquiteto francês Grandjean de Montigny. Com todas as melhorias, essa área aterrada passou a ser chamada de Cidade Nova, em oposição à Cidade Velha, que havia crescido a partir da Rua Direita - atual Primeiro de Março. Data também do período joanino a construção, no Campo de Santana, do Quartel do Regimento da Tropa, nas imediações do terreno onde, mais de um século depois, Getúlio Vargas ergueu o suntuoso Palácio Duque de Caxias, para ser a sede do Ministério da Guerra. A abertura da Presidente Vargas engoliu um pedaço considerável do Campo de Santana, cuja região, no início dos anos 1800, ainda era esparsamente habitada. Segundo Maurício de Abreu, em seu livro Geografia Histórica do Rio de Janeiro, havia poucas residências nobres nessa área. A incidência maior de moradores era de artesãos e mecânicos ligados à manutenção das embarcações e dos engenhos. Com esse perfil populacional ligado aos extratos mais humildes da população, a região do Campo e da Cidade Nova foi se adensando paulatinamente até meados do século xix e aceleradamente a partir de então, quando começou a ser criado o sistema de transportes coletivos da cidade, com o bonde e o trem. Na década de 1870, o Rocio Pequeno foi rebatizado de Praça Onze de Julho - em alusão ao dia da vitória do Brasil na Batalha do Riachuelo, travada durante a Guerra do Paraguai -, e ainda ganhou uma Escola do Imperador: a São Sebastião. Berço do samba. Com o anúncio da construção da Avenida Presidente Vargas, o mundo do samba sentiu um baque. Vão acabar com a Praça Onze / Não vai haver mais escola de samba, não vai / Chora o tamborim / Chora o morro inteiro. , lamentava a primeira música de sucesso de Herivelto Martins, Praça Onze, feita em parceria com o ator Grande Otelo, em 1942. Na época da demolição, a Praça Onze não era apenas um mero logradouro da cidade, mas uma espécie de bairro, pois englobava todas as ruas das imediações. A comunidade - formada principalmente por imigrantes judeus pobres e negros baianos - era conhecida como berço do samba, pois foi ali que morou Tia Ciata (em cuja casa aconteceram as festas onde se encontravam os personagens que deram origem ao ritmo), Tia Amélia (mãe de Donga), Tia Pisciliana (mãe de João da Baiana), Tia Mônica (mãe da grande iabá Carmem do Xibuca). Aquele trecho da Pequena África - nome dado por Heitor dos Prazeres à região portuária compreendida entre a Cidade Nova e a Pedra do Sal - também tinha virado passagem obrigatória dos ranchos carnavalescos e seus integrantes, que faziam questão de cumprimentar as tias baianas quando desfilavam (normalmente, o cortejo partia do Largo de São Domingos). E mais: ali nasceu o desfile das escolas de samba! A Praça Onze, enfim, tinha papel fundamental na constituição da identidade do carnaval carioca do século xx. E sua demolição, felizmente, não significou o fim do desfile das escolas, como temiam Herivelto Martins e Grande Otelo. Símbolo barroco. A demolição da Praça Onze não foi a única grande polêmica criada pela abertura da Presidente Vargas. O projeto da Comissão do Plano da Cidade também condenava ao desaparecimento várias igrejas construídas durante o século xviii: a de São Domingos - que ficava no largo de mesmo nome -, a de Bom Jesus do Calvário, a de Nossa Senhora da Conceição, a de São Pedro dos Clérigos e até mesmo a da Candelária, pois o projeto previa o início da avenida nas margens da Baía de Guanabara. Desde os anos 1920, quando os modernistas consideraram as obras do período barroco, especialmente o mineiro, como constitutivas da identidade nacional, já se havia criado movimentos de preservação da memória. Tanto que Getúlio Vargas, na década de 1930, criou o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan). As igrejas da Candelária e de São Pedro dos Clérigos haviam, inclusive, sido tombadas. Esta última, construída entre 1733 e 1738, em formato elíptico, era considerada a maior expressão do barroco na cidade, com pórtico, talhas e esculturas feitas por Mestre Valentim durante a segunda metade do século xviii. Em meio ao bate-boca das demolições, a Comissão do Plano da Cidade decidiu mudar o início da avenida para o Largo da Candelária. Também tentou deslocar a Igreja de São Pedro dos Clérigos para outro terreno, por meio de uma tecnologia de transporte de construções bem-sucedida na Europa. Mas não deu certo. E como em períodos autoritários é fácil mudar leis da noite para o dia, o tombamento da Igreja de São Pedro foi rapidamente revogado e a demolição aconteceu em 1943. Era o último prédio ainda em pé da Rua São Pedro, uma das mais antigas da cidade, que ficava onde hoje é a pista do lado par da Avenida Presidente Vargas. Do lado ímpar, também já havia ido abaixo a Rua General Câmara, antiga Rua do Sabão - aquela mesma da cantiga infantil Cai, Cai, Balão -, onde ficavam as igrejas de Bom Jesus do Calvário e de Nossa Senhora da Conceição. Ambas as vias faziam a ligação da Candelária com o Campo de Santana. Fonte:. gov. br/

R$ 461.000

46 m² tot.2 quartos1 banheiro1 vaga

Avenida Presidente Vargas

Centro, Rio de Janeiro

Aceitamos financiamento cef e fgts. Studios, 1, 2 e 3 quartos com opção de suíte e varanda com lazer completo próximo ao Centro. A primeira fase do Rio Wonder Residences foi um sucesso e agora você tem a oportunidade de realizar o seu sonho com o lançamento Rio Energy, o segundo residencial da Cury na região do Porto Maravilha com mais de 790 apartamentos. Lazer completo, a poucos minutos do Centro, próximo aos principais pontos turísticos da região e pertinho do vlt. *Valor pode ser alterado mediante a atualização da tabela da construtora. *Respondemos pelo WhatsApp: Ver dados / Ver dados. Características do imóvel 110v Academia Acessibilidade Acesso para deficientes Área de Lazer Área de Serviço Banheiro de Serviço Banheiro Social Bicicletário Brinquedoteca Churrasqueira Circuito Interno de tv Coleta de Lixo Conexão à internet Conjunto fechado Depósito na Garagem Elevador de Serviço Elevador Social Energia Elétrica Energia Pública Energia Solar Entrada para Carro Escada Espaço Gourmet Estacionamento Garagem Ar Livre Garagem Coberta Garagem Coletiva Garagem Fechada Guarita Iluminação Pública Interfone Janelas de Alumínio Jardim Muro Parque Infantil Piscina Piscina adulto Piscina Infantil Playground Pomar Portão Eletrônico Portaria Portaria 24 horas Recepção Rede Pública Refeitório Reservatório de Água Rua asfaltada Sacada Sala Fitness Salão de Festas Salão de Jogos Sistema de Água Zelador Mais informações em. br

Quer saber como é morar em Centro?

Compartilhamos com você informações sobre este bairro: o mapa com pontos de interesse, imóveis disponíveis, preços médios e muito mais!