Já pensou em fazer um seguro para o seu imóvel?

Já pensou em fazer um seguro para o seu imóvel?

Nem todo mundo pensa em fazer um seguro imobiliário, apesar de ser muito importante

O seu imóvel é segurado? Ou acha desnecessário o investimento? Todo mundo fala em seguro de carro, mas de imóvel é difícil encontrar um amigo ou familiar que tenha. De acordo com a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), embora no Brasil existam 68 milhões de domicílios (IBGE), somente 9 milhões têm seguro, representando um percentual de 13%. Ou seja, é um produto com pouca adesão no país.

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O motivo disso, segundo a FenSeg, é falta de uma cultura de precaução entre os brasileiros, diferente dos europeus e norte-americanos. É aquele pensamento de que “isso nunca vai acontecer comigo”.

Outro ponto que justifica a não adesão é a incompreensão sobre valores do seguro residencial, muito motivada pelo paralelo feito com o de veículos. Porém, essa comparação é indevida. Veja só: para um automóvel com valor de 40 mil, por exemplo, o seguro pode custar cerca de R$ 1.600,00. Já a cobertura básica de um imóvel com custo de reconstrução de R$ 300 mil vai custar aproximadamente R$ 300,00 por ano.

Benefícios do seguro imobiliário
– Seguro é um produto confeccionado sob medida, por isso é necessário avaliar bem as características do imóvel e saber identificar o perfil e as necessidades do proprietário.
– A cobertura básica prevê a proteção contra incêndio, queda de raio e explosão. A partir daí, pode-se contratar uma série de outras coberturas, como danos elétricos (variação de tensão em equipamentos eletroeletrônicos), roubo e furto qualificado dos bens dentro do imóvel (com evidência de arrombamento) e vendaval.
– Outras possibilidades incluem problemas causados a terceiros por animais de estimação, assistência 24 horas para reparos, pagamento de aluguel em imóvel provisório durante o período de reforma do imóvel segurado em consequência de um sinistro.
– Tanto na contratação do seguro como em caso de ocorrência de um sinistro, o valor a ser considerado é o custo de reconstrução do bem e não o valor de mercado do imóvel. Isso porque o preço de mercado considera, além do custo de reconstrução, o valor do terreno.

#Ficaadica: além de residências, é preciso dar atenção aos imóveis comerciais, pois a ocorrência de um sinistro pode custar a sobrevivência do negócio.

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