Preço para ninguém botar defeito: quitinete custa R$ 376 mil

Quem tem motivos que levam a mudar para a capital federal deve pesquisar local, como esta quitinete

quitineteHistoricamente, novos dirigentes no comando do País provocam simultâneas debandadas e revoadas, mexendo com o mercado imobiliário da capital federal, o qual, conforme avaliadores locais, ultrapassou o do Rio de Janeiro e ocupa o segundo lugar do País em volume de negócios. Quem se enquadra no grupo revoada deve desde agora analisar, com responsabilidade, em qual bairro ou cidade-satélite há o imóvel que cabe no bolso. Sem esquecer que, dentro dele, deve caber a família.

No mercado do distrito federal, o preço médio de comercialização para uma quitinete é de R$ 167,63 mil, sendo que este resultado embute preços a partir de R$ 85 mil e até 376 mil. Os dados constam no 2º Boletim da Conjuntura Imobiliária do Distrito Federal – pesquisa sob responsabilidade da Econsult, empresa júnior formada por estudantes de economia da Universidade de Brasília (Unb), por encomenda do Sindicato da Habitação no Distrito Federal (Secovi/DF).

Considerando o mercado restrito à Asa Norte, o preço médio de venda para uma quitinete é de R$ 170 mil. Com este montante é possível comprar um apartamento com dois dormitórios em Taguatinga, cerca de 20 km do centro de Brasília, e ainda sobrarão R$ 22 mil para a decoração. Nesta cidade-satélite, a média de preço para imóvel com dois dormitórios é de R$ 148,62 mil. Taguatinga tem uma importante estrutura comercial e de serviços, incluindo shoppings de porte. Em termos de estrutura urbana, não guarda dependência de Brasília.

Em Guará, a menos de 10 km do Plano Piloto, um apartamento com dois dormitórios custa, em média, R$ 259,70 mil, superior à média global de mercado para o distrito federal, que é de R$ 246,36 mil. Os preços de imóveis em Guará só perdem para Brasília, onde um apartamento de iguais acomodações custa R$ 417,80 mil, em média, mas, a depender da localização, pode chegar a R$ 650 mil.

Divulgado em outubro (2010), o 2º Boletim da Conjuntura Imobiliária do Distrito Federal refere levantamentos realizados durante o mês de julho. Em seus comentários, o presidente do Secovi/DF, Hiram Bentes, destaca: “Comparando o preço médio do metro quadrado dos apartamentos com três dormitórios, o Sudoeste continua sendo região mais valorizada de Brasília, seguido das Asas Norte e Sul, nessa ordem”.

Em relação aos aluguéis, Hiram diz que “os apartamentos com dois e três dormitórios, localizados em Brasília, têm os valores mais altos para locação -entre R$ 1.576 e R$ 2.512, evidenciando-se a Asa Sul”.

A íntegra do 2º Boletim da Conjuntura Imobiliária do Distrito Federal está disponível no endereço: www.secovidf.com.br

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